QUANDO O CÃO AGRIDE SEU DONO

 

Vamos lá:

Se eu sei que o "João é meu pai, meu garçom, meu tutor, meu mestre" FARIA SENTIDO AGREDÍ-LO? E ficar sem estes "serviços"?

Temos que atentar pra:

a. No raciocínio do cão, quem faz o que? Quem produz o que? Quem proporciona o quê?

b. Numa matilha, que é a família, qual o posicionamento hierárquico, inclusive de si.

c. Qual o potencial de Trabalho e Liderança de cada integrante (por incrível que pareça, o cão tem esta característica, avaliação intra e inter pessoal), a partir desta informação, haverá o posicionamento na matilha.

d. O cão não sabe ler,  assim como não sabe mentir, então se ele de fato é o líder, pouco importa o nome e o que consta nos documentos.

Regra geral em acidentes com cães:

a. Como ele não sabe falar.

b. É senso comum atribuírem-se virtudes de monstros de seitas profanas, é quase uma "caça às bruxas".

c. Por ser um fato amplamente explorado pela mídia, pois chama a atenção e resulta em pontos de audiência, resulta em grande repercussão, alimentando o folclore daqueles que pouco entendem sobre o assunto, mas pelo poder que possuem, muito podem influenciar uma grande massa de audiência.

O cão pensa de modo simples:

- Quem é esse cara?

- Quem ele pensa que é?

-  Se sou eu quem manda nele, por ele vem mandar em mim?

 

STÉFANO SQUERLINE – ÁRBITRO CBKC/FCI