Vamos ensinar um exercício a um cão.
Primeiro buscamos sua execução, num segundo momento corrigimos sua forma, com uma certa didática, afim de não perdermos o que os adestradores profissionais chamam de imprinting...
O ideal é que a mudança entre o primeiro e o último modo de execução, mesmo que de maneira não tão interessante para a forma pré-determinada, seja tão sutil quanto possível, de modo que não interfira sobremaneira na execução, executando o cão assim, deste novo modo, de igual, como da primeira vez, sem perder, na prática, a vivacidade, a alegria e a presteza.