
ESSA RAÇA...
Raciocinando:
Independente da raça ou grupo, meu cão é um indivíduo, e como tal tem comportamento e personalidade própria, independente de seu temperamento.
Então:
- Enquanto indivíduo, numa coletividade, poderemos identificar características em comum, mas num conjunto, a expressão única do ser mascote sentencia seu dono ao precioso detalhe da observação. Se somos todos iguais, em algum ponto somos diferentes.
- Atribuir e discernir atitudes comportamentais de grupo ou raça é, em síntese, sob esta ótica, terceirizar responsabilidade por atitudes ditas indesejáveis ou indesejáveis, de acordo com o que mais me convém pelo exercício e pelo momento, podendo ser mais fácil explicar que fazer.
- Acredito, depois de pouco mais de duzentos e poucos cães em menos de seis anos (um bom exemplo é pesquisar o cão BULL DO VENTO SIMUN no site sbcpa.com.br... veja a sua data nascimento e a sua seleção, sendo sua aquisição no final de novembro de 2003), onde, além do grupo e da raça, foi observado o critério indivíduo, preservando suas virtudes e, com técnica, inativando atitudes indesejáveis naquele momento.
- Vejam bem, inativar não é inabilitar.
Assim sendo:
- Mesmo terceirizando, podendo assim definir, num modo de operação todos os indivíduos, como um coletivo, trabalham de maneira igual, podendo sustentar resultados diferentes na forma, mas não na ESSÊNCIA.
- Levando -se em conta o intervalo de tempo, assim como as circunstâncias, além da técnica utilizada e a eficiência da mão de obra, a frase "essa raça..." pode sugerir ausência de aprimoramento técnico teórico e prático, adquirido com horas de estudo e avaliação, além de autocrítica eficiente, algo primordial num cinófilo competente.
Finalizando:
- De que se trata o grupo do meu cão?
- Pra que serva esta raça?
- Como pensa o meu cão?
- Comigo?
STÉFANO SQUERLINE – ÁRBITRO CBKC/FCI
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